Racistas do Zenit forçam saída do jogador Malcom. Pela pele negra

agosto 07, 2019


O clube que nasceu em homenagem a Stalin, ditador sanguinário e racista, segue envergonhando a Rússia. 
A tradição de não aceitar negros e homossexuais, vem desde a fundação do clube, que nasceu em 1925, em uma usina siderúrgica. Primeiro, o clube foi batizado de Stalinets, em homenagem Joseph Stalin.

Os chefes das principais torcidas do Zenit, querem pressionar o clube de Malcom, para que demitam o jogador.

(Reprodução/Internet)


As manifestações da torcida contra a chegada do jogador, foram inúmeras pelas redes sociais.

"Não somos racistas, mas para nós a ausência de futebolistas negros no plantel do Zenit é uma importante tradição que reforça a identidade do clube.
"Somos a equipe mais ao norte das grandes cidades europeias e nunca tivemos vínculos com a África, a América Latina, Austrália ou Oceania.”

Por meio de nota, o clube de São Petersburgo divulgou que a faixa foi ostentada por "um pequeno grupo" e que foi má interpretada por jornalistas. Segundo o posicionamento oficial, as conclusões tiradas pela imprensa não condizem com a realidade.
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